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DAIGO OLIVA

É o fim do mundo – O Instagram mudou suas regras e a partir de 16 de janeiro poderá vender fotos postadas no aplicativo, sem avisar ou remunerar os usuários. A pergunta é: e quem vai sair do Instagram? Classe média sofre.

Se o mundo não acabar – O Estúdio 1175, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, promove neste sábado (22) um dia de troca de imagens. Os trabalhos ficarão expostos e os escambos serão reservados por ordem de chegada. Para mais informações, só clicar aqui

Enquanto o mundo não acaba – O jornal britânico The Guardian publicou a lista dos melhores livros de fotografia de 2012. Para conferir, aqueles de inglês afiado devem clicar aqui


Imagens do livro “Wilder Mann”, de Charles Freger, um dos escolhidos da lista do Guardian

O mundo não vai acabar – Como adiantou Cassiano Elek Machado no primeiro “De dentro”, o fotógrafo German Lorca estreou, no último sábado (15), uma nova exposição na Casa da Imagem, em São Paulo. O local fecha para os recessos de final de ano entre os dias 22/12 e 08/01, então ansiosos podem visitar ainda esta semana. Corre!

Comentários

  1. Que patético. Não faça nada, você pode ser julgado pelos seus pares. O Instagram é uma ferramenta boa. Apesar de ter muita bobagem, é uma ferramenta boa. Assim como um martelo é bom. Você pode machucar o dedo com ele, mas também pode construir uma cadeira. Então, acho meio besta e infantil julgar os que simplesmente não acharam legal a história da vendas das fotos. Eu não acharia legal pessoas “ganharem” dinheiro com as fotos dos meus amigos, das pessoas que amam sem prévio aviso… Eu não teria coragem de vender a imagem deles sem que os consultassem… É natural reclamar, pra ver se a coisa se resolve de outra maneira. Se não se resolver, encerra o contrato ou aceita, certo?

    Aposto que, por exemplo, o pessoal do Entretempos tivessem uma mudança nos seus contratos CLT ou da TV à cabo também iriam reclamar muito no Ministério do Trabalho, no Procon ou, com preguiça, no Twitter, do sofá. E como reclamar sobre um entidade que ninguém sabe onde fica a sede… Como reclamar de alguém se você nunca apertou nenhuma mão?

    Aceitar é mais legal? Reclamar é ser muito “classe média”? Aliás, insultar alguém de “classe média” é negar ao mesmo tempo a existência da “classe c”, que também está no Instagram.

    1. Ader, não há problema algum em reclamar, pelo contrário, é o que se espera.

      O problema é: todo mundo está indignado, mas quem de fato irá fazer alguma coisa e deletar sua conta no Instagram? Não sei se as pessoas vão migrar facilmente para outra rede social…

      E a expressão “classe média sofre” é um meme de internet, irônico, não leve pelo literal. É uma brincadeira.

      1. Eu entendi a referência. Sei bem que é uma brincadeira. É igual aquela da “orkutização” do Facebook… Do próprio Instagram… Mas enfim, Luiz Braga, Aderi Costa, Bruno Cals, Cassio Vasconcellos, Christian Gaul, Debby Gram, Márcio Simnch, Fernanda Preto, Jason Lee Parry, João Wainer, Juan Esteves, Karine Basílio, Lucila Wroblewski, Manuel Nogueira, Paulo Vainer, Rafael Assef, O Staff da New York Times, Tim Barber… Eu… O que será que esse bando de fotógrafos que até brincando levam fotografia a sério têm a dizer sobre as novas regras? Seria legal vocês saberem sobre isso, sei lá… Acharia mais legal que repetir uma brincadeira duvidosa (sim por que deveria valer pra baixo e pra cima) sobre certa classe social.

        1. Concordo em saber a opinião dessas pessoas, mas a coisa foi tão rápida, que o próprio Instagram agora deu a entender que vai recuar da decisão. Sobre a piada, ela está inserida num conjunto de pequenas notas, nem caberia ali se aprofundar. A discussão deve render uma postagem maior. Abraço.

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